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09/03/2015 - 10h58m

Procuradoras de Estado comemoram a passagem do Dia Internacional da Mulher

Rita Coutinho e Germana Leal falam do trabalho, do gênero e do futuro feminino na sociedade

Procuradoras de Estado comemoram a passagem do Dia Internacional da Mulher

Rita Coutinho e Germana Leal falaram da situação atual da mulher

A luta pela preservação da legalidade e pela moralidade pública em Alagoas também passa pela atuação das mulheres. As procuradoras Rita de Cássia Coutinho Toledo e Germana Maria Leal de Oliveira dedicam seu trabalho diário na defesa dos interesses do Estado. Aprovadas no concurso público do ano de 2000, elas comemoram a passagem do 8 de Março – Dia Internacional da Mulher, mas também chamam a atenção para que as conquistas sejam consolidadas e ampliadas para um futuro próximo, onde o debate de gênero não precise mais ser feito e a igualdade seja uma realidade entre homens e mulheres.

Rita é formada em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), onde também fez pós-graduação. Já Germana estudou na Universidade de Fortaleza (Unifor), no Ceará, onde também fez uma pós, além de outras pela UFPE, Uniderp e Esamc. O trabalho de cada uma na Procuradoria Geral do Estado é fundamental pela melhor prestação do serviço ao cidadão. Rita Coutinho é a subcoordenadora da Procuradoria Judicial, enquanto Germana Leal está lotada na Assessoria Especial do procurador-geral do Estado, Francisco Malaquias. Nas mãos delas, diariamente, passam dezenas de processos de vital importância para o melhor funcionamento da máquina pública de Alagoas.

Germama Leal observou a grande variedade e complexidade de questões, demandas jurídicas e administrativas que aportam no Gabinete do Procurador Geral. “O trabalho nunca é repetitivo, requerendo do procurador uma visão ‘macroscópica’ das questões e a versatilidade para analisar as implicações de cada uma delas nas mais diversas áreas do Direito”, analisou. Ao explicar suas funções Rita Coutinho explicou o desafio diário que tem sido ser subcoordenadora da Procuradoria Judicial – responsável pela representação judicial do Estado, com exclusividade, em qualquer ação, foro, tribunal, juizado ou instância, e das autarquias que a lei tenha cometido essa atribuição à PGE.

Para elas, o Dia Internacional da Mulher é uma data marcante e revela muito mais do que a simbologia, pois aponta, sobretudo, para igualdade de gêneros. Segundo Germana, a despeito da consagração dos direitos à igualdade entre os gêneros e a não-discriminação nos mais variados diplomas normativos, diuturnamente são praticados atos ofensivos a tais direitos e as nações, de modo geral, não tem sido capazes de coibir tais práticas. Para Rita Coutinho, a luta é gradativa e longa, e um dia os caminhos estarão abertos, com igualdade de oportunidades, a todas as mulheres.

“A data é importante, não apenas pelo simbolismo que carrega, mas, sobretudo, pela oportunidade de repensarmos o papel da mulher na sociedade em que vivemos”, explicou a procuradora Germana Leal. “Homenagear a mulher é reconhecer essa capacidade de, mesmo diante das muitas barreiras com as quais historicamente se deparou, impor-se intelectual e profissionalmente, fazendo suas próprias escolhas de vida, inclusive de assumir outros papéis ou não”, analisou a procuradora Rita Coutinho.

 

EQUILÍBRIO

Ao serem questionadas sobre a conciliação entre trabalho e vida pessoal as procuradoras explicaram que aprenderam a ocupar os dois espaços, com equilíbrio e determinação pessoal. “Como a maior parte das mulheres, busco conciliar da melhor forma os muitos papéis em que atuo, esposa, mãe, filha e profissional. E não é fácil! Mas, para além de ser necessário, o meu papel como servidora pública e profissional traz enorme satisfação e me completa como mulher”, afirmou Rita Coutinho.

“Trabalho e vida pessoal apresentam, cada um ao seu modo, desafios diferentes, mas igualmente importantes para o crescimento dos indivíduos. Comigo não podia ser diferente. Não consigo visualizar minha existência dissociada do meu trabalho, ainda que daqui a um ‘bom par de anos’ eu provavelmente não atue mais como Procuradora de Estado, por força de uma limitação temporal. Mas certamente desempenharei alguma outra atividade produtiva, pois acredito que a subsistência humana não prescinde de continuar exercitando a mente”, explicou Germana Leal.

 

DESAFIOS

Para Rita Coutinho, a mulher desponta como exemplo de um ‘agente de transformação ao encarar os desafios de frente. Germana Leal segue na mesma linha de pensamento, observando que mesmo com todo um quadro desfavorável, as conquistas por mais espaço no mercado de trabalho, na política e na sociedade, de modo geral são ampliadas. “Somos todas “Marias”, mesmo que não tenhamos esse nome registrado oficialmente, e parafraseando Milton Nascimento, ‘...quem traz na pele essa marca/ possui a estranha mania/ de ter fé na vida’”, afirmou a procuradora Germana Leal.

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