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14/03/2017 - 17h29m

Gaesf consegue bloqueio de bens de envolvidos na Operação Nicotina

Dois procuradores de Estado fazem parte do grupo criado para recuperar recursos de tributos desviados por grandes sonegadores em Alagoas

Gaesf consegue bloqueio de bens de envolvidos na Operação Nicotina

Você sabia que a Procuradoria Geral do Estado também faz parte do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf)? Os procuradores Ivan Luiz da Silva e Nadja Araújo integram o Grupo que tem trabalhado pra trazer de volta aos cofres públicos os recursos de tributos que deveriam ter sido pagos ao Estado de Alagoas. Graças ao Gaesf, comandado pelo Ministério Público Estadual, o Estado obteve nesta terça-feira, na 17ª Vara Criminal da Capital, o bloqueio dos bens móveis e imóveis dos investigados na Operação Nicotina.

Dentre os bens que o órgão do Poder Judiciário tornou indisponível, encontram-se veículos, casas, sítios e fazendas localizadas em Alagoas e outros estados da Federação. O total do bloqueio poderá chegar a valores superiores a R$ 5 milhões, ficando todos os bens à disposição da Justiça Estadual. Um dos investigados entregou espontaneamente ao Ministério Público Estadual a quantia de R$ 117,5 mil que, de imediato, foram depositadas em conta corrente judicial à disposição da 17ª Vara Criminal da Capital.

“As investigações realizadas pelo órgão ministerial, Polícia Civil, Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz) e Procuradoria Geral do Estado estão em estágio avançado e novas medidas serão judicializadas em breve”, disse o promotor de Justiça Cyro Blatter, coordenador do Gaesf.

Em fevereiro, o grupo do MPE/AL comandou a ação nominada “Operação Nicotina”. O GAESF descobriu uma organização criminosa que comercializa cigarros de origem estrangeira, atua em 15 estados e, por meio de negociações ilícitas, faz transações que impedem o recolhimento de impostos. Durante a Operação Nicotina, uma grande força tarefa foi às ruas para combater fraudes fiscais praticadas pela indústria do tabaco e que causaram um prejuízo milionário ao Tesouro Estadual. Ao todo, a ação cumpriu dois mandados de prisão, cinco de condução coercitiva e nove de busca e apreensão nas cidades de Maceió e Arapiraca.

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